SUL
 Associação de Cooperação para o Desenvolvimento
 
 
 
 
 
 
 
PESQUISA
HOME
Notícias
Calendário
Campanhas
Arquivo
Documentação
Forum
Loja

INSTITUICIONAL
Orgãos Sociais
Estatutos
Membros
Projectos
Histórico
Filiação
Parcerias
Links

ÁREAS
Ambiente e Desenvolvimento
Cooperação Directa
Direitos Humanos
Educação ao Desenvolvimento
Intercâmbio Cultural

DONATIVOS
Contribuir

COMÉRCIO JUSTO
Como Comprar
Catálogo
Produtos da SUL
Carrinho de Compras

Termos e Condições de Acesso



Na Declaração de IRS - Apoie a SUL Agora já pode decidir o destino dos seus impostos Sem qualquer encargo adicional para si pode consignar 0,5% do imposto liquidado a favor de Instituições de Utilidade Pública que prossigam fins de benificiência, assistência ou humanitários. O que fazer para decidir o destino a dar aos meus impostos? Preencher no MODELO 3 ANEXO H QUADRO 9 da Declaração de IRS > SUL COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO e o NIF > 502 969 580 É simples e não lhe custa nada. SUL está registada ao abrigo da Lei nº 16/2001, art.32º nº 6 de 22 de Junho, junto da Direcção Geral das Contribuições e Impostos para receber o seu donativo. Obrigado pela sua colaboração, Esperamos poder fazer a diferença pelo seu contributo para a construção de um mundo melhor Agradecemos também que se possível divulgue esta informação pelos seus contactos.
- Calendário
- Efemérides - Datas históricas - Anos Internacionais - Décadas das Nações Unidas
Agora poderá ver o dia de hoje ou até a data do seu aniversário na história.
A SUL cria novo site para o Comércio Justo. Online poderá agora fazer a diferença contrariando os desíquilibrios e as injustiças comerciais entre a produção e o consumo. Entre em:


O Guia do Mundo 2002

 
 
Arquivo
 
Secção: >> Noticias

| África | América do Norte | Ásia | Campanhas | Comércio Justo | Conflitos | Cooperação | Descolonização | Direitos Humanos | Formação | Geminações | Internacional | Lusofonia | Media | Migração | Nacional | Palop |

ESPECTÁCULO MARIONETAS - COMÉRCIO JUSTO‏

Espectáculo Musical de Marionetas, interactivo, que através de um Bolo de Chocolate, procura o cacau ideal para a sua cobertura, vamos conhecendo algumas personagens relacionadas com a problemática do Comércio actual, como o Trabalho Infantil e os Pesticidas usados na Agricultura e algumas diferenças entre estas e a personagem que simboliza o Comércio Justo. Produzido pela Ecos do Sul nossa parceira na àrea do Comércio Justo, este espectáculo integra música tradicional Portuguesa e tem uma forte componente pedagógica.
Visite > ecosdosulmarionetasdomundo




Artigo sobre Literatura Timorense em PDF

Já se encontra disponível para download um artigo sobre a Literatura de Timor do nosso membro em Dili - João Paulo Esperança. Para ver clique aqui



MANIFESTO - PORTUGAL E A POLÍTICA DE COOPERAÇÃO

2005/02/18

MANIFESTO
PORTUGAL E A POLÍTICA DE COOPERAÇÃO

As Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD) Portuguesas acreditam que está na altura do Estado Português cumprir com as suas obrigações internacionais na área da Política de Cooperação. Desde sempre sujeita às vicissitudes dos ciclos eleitorais, às sensibilidades pessoais de cada governante, a Política de Cooperação portuguesa não assume a Cooperação como uma responsabilidade de todos de contribuir, de forma continuada e coerente, para um Mundo mais justo, mais seguro e solidário.

Contudo, Portugal ainda vai a tempo de mostrar que está disposto a cumprir os compromissos que assumiu. Em 2005 e de uma forma que nunca tinha acontecido, a luta contra a pobreza mundial irá dominar a agenda global. As recomendações finais de Jeffrey Sachs ( http://unmp.forumone.com/ ), o Director do Earth Institute da Columbia University, para alcançar os «Objectivos do Milénio para o Desenvolvimento» (OMD) já foram anunciadas e submetidas a Kofi Annan, Secretário-Geral das Nações Unidas. Em Março, a Comissão para a África, uma iniciativa de Tony Blair, Primeiro-Ministro britânico, apresentará as suas próprias propostas. Em Setembro, uma sessão especial da Assembleia-Geral das Nações Unidas irá rever o progresso em relação aos OMD acordados em 2000 e que incluem o compromisso para reduzir para metade, até 2015, a proporção da população mundial que vive na pobreza. Por fim, em Dezembro, espera-se que a Organização Mundial do Comércio reunida em Hong-Kong anuncie um acordo justo para o comércio global de forma a dar um grande impulso às economias dos Países mais pobres.

Neste cenário internacional que pode Portugal fazer?

Para a Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD), associação que representa 46 das cerca de 67 ONGD[1] reconhecidas legalmente pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, Portugal tem o dever de incluir os «Objectivos do Milénio para o Desenvolvimento», tal como as recomendações de Jeffrey Sachs na definição da Política de Cooperação nacional.

Isto exigirá, naturalmente, do Estado Português a consagração da Política de Cooperação como política de Estado e não uma política de governo sujeita às vicissitudes dos ciclos eleitorais e das sensibilidades dos governantes

Exige também que o Estado Português garanta a coerência entre a Política de Cooperação e outras Políticas que têm condicionado, como as políticas económicas ou comerciais, tal como proposto por diversas instâncias internacionais

Exige do Estado Português a criação de mecanismos de incentivo e promoção dos níveis de participação dos vários actores da Sociedade Civil na definição e implementação das Políticas de Cooperação.

Exige do Estado Português uma maior clarificação dos papéis, respeitando o Direito à Iniciativa, dos vários actores da Sociedade Civil na definição de objectivos próprios e de projectos de implementação da Política de Cooperação

Exige do Estado Português uma maior contribuição financeira para a Ajuda Pública ao Desenvolvimento (APD). Com efeito, Portugal é, em termos absolutos, o Estado Membro da UE com a APD mais reduzida. Acresce que o Estado Português, juntamente com outros Estados Membros da União Europeia, nas Cimeiras de Monterrey e de Barcelona, comprometeu-se a contribuir com cerca de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2007. Para 2005 foi estabelecida uma meta intercalar de 0,33%. Portugal já esteve nos 0,27% (em 2001). Actualmente encontra-se nos 0,21% do PIB.[2]

Também a quota da APD Portuguesa para as ONGD nacionais (1,24 % da APD) é, em termos percentuais, a mais reduzida dos Estados Membros da UE. Por exemplo, a Irlanda, afecta 12,09% da sua APD às ONG e a Grécia afecta 13,60%.[3]

Estas não são, porém, as únicas formas através das quais o Estado Português pode contribuir para o reforço do papel e das capacidades das ONGD. Existem outras: Melhorar a legislação do Mecenato e os benefícios fiscais de modo a incentivar inequívocamente as empresas e particulares que queiram contribuir para projectos de Cooperação e proceder à revisão da actual Lei das ONGD num sentido que a torne mais exigente na comprovação dos fins e da actividade real de Cooperação e no domínio das normas de transparência – até como natural exigência para acesso ao Mecenato.

Sendo certo que a Cooperação é responsabilidade de todos, o envolvimento das ONGD é crucial para o sucesso dessa mesma política, em particular devido aos valores que promovem, às competências técnicas e humanas que mobilizam e à sua proximidade que garantem às populações mais pobres e excluídas.

Ao promover uma cultura de solidariedade internacional, o Estado Português vem assim assumir os seus compromissos com os Povos a quem continuam a ser recusados os benefícios do Desenvolvimento.

[1] Dados disponibilizados pelo Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD)
[2] Dados do CAD/OCDE relativos a 2002
[3] Dados do CAD/OCDE relativos a 2002




Governo português aprova Programa Nacional das Alterações Climáticas

2004/06/16

Lisboa - O Governo português aprovou esta terça-feira, em reunião do Conselho de Ministros, o Programa Nacional das Alterações Climáticas (PNAC). O documento contém as medidas que Portugal deve adoptar para reduzir as emissões de gases poluentes e cumprir o Protocolo internacional de Quioto e também as directrizes comunitárias ambientais.

O PNAC reúne um conjunto de medidas para os sectores dos transportes, floresta, pecuária, agricultura, energia, serviços e residências. O Governo decidiu entregar à Comissão Interministerial das Alterações Climáticas (CIAC) a monitorização do PNAC e o estudo de medidas complementares ao programa capazes de permitir a Portugal o cumprimento do Protocolo de Quioto – acordo rubricado por diversos países que pretende regular a emissão de gases poluentes para a atmosfera e diminuir o efeito de estufa.

A CIAC fica ainda encarregue de preparar a intervenção portuguesa no Conselho Europeu da Primavera de 2005, onde serão apresentados objectivos para concretizar a diminuição de emissão de gases poluentes.

(c) PNN - agencianoticias.com





Página 1 de 16

[ Seguinte ] [ 1 ] [ 2 ] [ 3 ] [ 4 ] [ 5 ] [ 6 ] [ 7 ] [ 8 ] [ 9 ] [ 10 ] [ 11 ] [ 12 ] [ 13 ] [ 14 ] [ 15 ] [ 16 ]

 
 

Se precisa de alguma informação, quer deixar algum apontamento ou comentário, não deixe de nos contactar.

     Contactos

E não se esqueça de assinar o nosso livro de visitas:

     Assinar      Vêr Lista


SITES RECOMENDADOS
minorityrihts directory controlarms sphereproject
RELATÓRIOS
Relatório Mundial da Juventude 2007
Relatório Anual da UE sobre Direitos Humanos 2007
Relatório de Direitos Humanos da União Europeia 2007
Relatório Anual da Organização para a Segurança e Cooperação Europeia Relatório Anual 2007 OSCE
Relatório do Fundo das Nações Unidas para a População 2007 Inglês | Francês | Castelhano
Suplemento Jovem Inglês | Francês | Castelhano
Relatórios do PNUD
Watch World Report 2007
CAMPANHAS
Pequim 2008 Human Rights Watch
The Hunger Site Um site de Combate á Fome no Mundo. Você pode fazer a diferença.
Portal Anti Esclavagista PAREM com os acordos de Comércio Livre ACP-UE
Marcha Global contra o Trabalho Infantil
2015 > Campanha : Millennium

Portal da Democracia 2003 Ano Internacional da Água Potável


 
 
 

Optimizado para IE 4.0 (800x600) Número de visitas: 4095472 Realização - oureana.net